Covid-19: Sobe para 85 número de infetados na Misericórdia de Sines

Subiu para 85 o número de pessoas infetadas com o vírus que provoca a covid-19 relacionadas com o surto na Misericórdia de Sines (Setúbal), onde já foram contabilizados quatro óbitos, revelou a Autoridade de Saúde Pública local.

Covid-19: Sobe para 85 número de infetados na Misericórdia de Sines

Covid-19: Sobe para 85 número de infetados na Misericórdia de Sines

Subiu para 85 o número de pessoas infetadas com o vírus que provoca a covid-19 relacionadas com o surto na Misericórdia de Sines (Setúbal), onde já foram contabilizados quatro óbitos, revelou a Autoridade de Saúde Pública local.

Desde a identificação do surto contabilizam-se 64 utentes e 21 profissionais infetados com o vírus que provoca a covid-19, incluindo o óbito de quatro utentes da Santa Casa da Misericórdia de Sines.

A mesma fonte adiantou que estão quatro utentes internados no Hospital do Litoral Alentejano (HLA), em Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, e o seu estado é considerado “estável”.

“Tivemos duas altas do Hospital do Litoral Alentejano que regressaram” à instituição que conta com 200 residentes, acrescentou.

Devido ao surto, a Santa Casa da Misericórdia suspendeu todas as visitas e disponibilizou uma linha telefónica dedicada à informação dos familiares dos residentes.

O surto de covid-19 no Lar Prats da Misericórdia de Sines foi identificado em 25 de outubro com os primeiros dois casos de utentes infetados, acabando ambos por falecer no HLA.

O concelho de Sines regista 100 casos ativos de covid-19, 61 pessoas recuperadas e 04 óbitos, de acordo com os dados epidemiológicos atualizados na sexta-feira pelo município.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos em mais de 49,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.848 pessoas dos 173.540 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

HYN // JPF

By Impala News / Lusa

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