Covid-19: Rússia regista novo máximo de mortes pelo terceiro dia consecutivo

A Rússia regista hoje, pelo terceiro dia consecutivo, um novo máximo de mortes por covid-19, com 1.195 óbitos, mais seis do que na quarta-feira.

Covid-19: Rússia regista novo máximo de mortes pelo terceiro dia consecutivo

Covid-19: Rússia regista novo máximo de mortes pelo terceiro dia consecutivo

A Rússia regista hoje, pelo terceiro dia consecutivo, um novo máximo de mortes por covid-19, com 1.195 óbitos, mais seis do que na quarta-feira.

Moscovo, 04 nov 2021 (Lusa) – A Rússia regista hoje, pelo terceiro dia consecutivo, um novo máximo de mortes por covid-19, com 1.195 óbitos, mais seis do que na quarta-feira, o anterior valor mais elevado de vítimas mortais, informaram fontes oficiais.

Desde o início de novembro que a Rússia regista, de forma consecutiva, valores máximos relativos a óbitos por covid-19, apesar da população dispor de seis dias de férias pagas, por ordem do Presidente Vladimir Putin, como medida para travar a pandemia. 

Os números atuais fazem aumentar para 243.255 o total de óbitos por SARS-CoV-2 desde o princípio da crise sanitária.

De acordo com a base de dados Worldmeter, a Rússia é atualmente o primeiro país do mundo com mais mortes diárias pelo novo coronavírus, seguido da Ucrânia. 

Moscovo é o foco principal da pandemia na Rússia e contabilizou 97 óbitos na terça-feira.

Em São Petersburgo, de acordo com o último balanço oficial, morreram 75 pessoas de covid-19 e outras 75 morreram na região de Moscovo. 

Nas últimas 24 horas registaram-se 40.217 novas infeções nas 85 regiões do país. Em Moscovo detetaram-se 6.305 daqueles casos, em São Petersburgo 3.271 e na região de Moscovo 2.732.

No total, a Rússia contabiliza 8.673.860 casos desde o início da pandemia, sendo o quinto país do mundo com mais infeções, depois dos Estados Unidos, Índia, Brasil e Reino Unido.

As autoridades russas atribuem o forte aumento de contágios e de mortes à “agressividade” da variante Delta do novo coronavírus, assim como à falta de respeito pelas normas de segurança sanitária e à baixa taxa de vacinação.

 

PSP // PAL

By Impala News / Lusa

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