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Estado Islâmico desloca mais de 150 prisioneiros de Al Raqa, na Síria

O grupo terrorista Estado Islâmico deslocou mais de 150 prisioneiros da prisão de Al Tabqa, na província do nordeste da Síria de Al Raqa, perante o avanço na região das Forças da Síria Democrática, uma aliança armada curdo-árabe.

Beirute, 06 jan (Lusa) — O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) deslocou mais de 150 prisioneiros da prisão de Al Tabqa, na província do nordeste da Síria de Al Raqa, perante o avanço na região das Forças da Síria Democrática, uma aliança armada curdo-árabe.


A maioria dos prisioneiros são curdos, capturados pelos extremistas nos últimos meses entre a população da região, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), de acordo com a agência espanhola EFE.


A ONG adiantou que se desconhece o destino desses 150 prisioneiros, ainda que, indicou, a maioria tenha sido levada para a zona de Maaden, no norte de Al Raqa, para centros de detenção do EI na capital homónima da província e para o campo de treino de Al Talea.


A transferência dos prisioneiros acontece quando os jihadistas se preparam para uma eventual perda de Al Tabqa, onde as FSD, uma aliança que recebe apoio dos Estados Unidos, tomaram a cidadela antiga de Yabar, a nordeste daquela localidade.


Os combates concentram-se nos arredores das zonas de Yabar Oriental e Al Suidia, próximo de uma barragem no rio Eurofrades.


Em Al Tabqa, situada a cerca de 55 quilómetros a oeste da cidade de Al Raqa e nas margens do Eufrades, residem alguns dirigentes do EI e é onde se encontra o maior centro de detenção do grupo na Síria.



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