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Cabo Verde assume presidência do programa de cooperação PALOP e Timor-Leste/UE

Cabo Verde vai assumir a presidência política rotativa do programa de Cooperação PALOP e Timor-Leste com a União Europeia, anunciou hoje, na cidade da Praia, a presidência cessante, assegurada por São Tomé e Príncipe.

Praia, 09 dez (Lusa) – Cabo Verde vai assumir a presidência política rotativa do programa de Cooperação PALOP e Timor-Leste com a União Europeia, anunciou hoje, na cidade da Praia, a presidência cessante, assegurada por São Tomé e Príncipe.

Representantes do Fundo Europeu de Desenvolvimento dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste estão reunidos hoje em Cabo Verde com representantes da União Europeia.

A reunião visa fazer um ponto de situação do programa de cooperação da UE com Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste bem como identificar e sinalizar projetos a serem financiados no âmbito do 11º Fundo de Europeu de Desenvolvimento, a vigorar até 2020 com uma dotação orçamental de 30 milhões de euros.

O ministro das Finanças Olavo Correia, representante de Cabo Verde neste programa, adiantou que as “linhas fundamentais” da presidência cabo-verdiana passam pelo “aprofundamento dos valores da democracia, do estado de direito, da tolerância, do combate ao terrorismo e ao tráfico e a mobilidade das pessoas no espaço da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas também na sua relação com União Europeia”.

Olavo Correia assumiu ainda a orientação de “aproveitar todos os fundos que existem para suportar as estratégias de desenvolvimento” de cada um dos países.

“Estaremos todos juntos, organizados para que possamos aproveitar estar oportunidades e colocá-las ao serviço do desenvolvimento dos nossos países”, acrescentou Olavo Correia.

O ministro cabo-verdiano admitiu que em quadros de apoio anteriores nem sempre se conseguiu aproveitar todos os fundos disponíveis, mas mostrou-se otimista quanto aos níveis de execução do atual quadro de financiamento.

“É sempre difícil quando temos países com estádios diferentes de desenvolvimento, funcionamento diferente ao nível da administração pública, em espaços geográficos diferenciados. Há sempre dificuldades de coordenação e isso dificultou em alguns momentos os desenvolvimentos dos projetos, mas neste momento estamos já com um quadro ajustado e moderno que permita que os projetos sejam executados com normalidade”, disse.

CFF // JMR

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