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Óbito/Soares: Casa de Moçambique exprime “momento de extrema dor” e lembra “amigo” do país

A Direção da Casa de Moçambique considerou hoje que a morte de Mário Soares representa um “momento de extrema dor” e lembrou o herói e amigo do Presidente Machel, do povo e da revolução moçambicana.

Lisboa, 07 jan (Lusa) – A Direção da Casa de Moçambique considerou hoje que a morte de Mário Soares representa um “momento de extrema dor” e lembrou o herói e amigo do Presidente Machel, do povo e da revolução moçambicana.


Hoje, os moçambicanos na diáspora e em Moçambique estão mais pobres pelo desaparecimento físico do Herói e amigo do Presidente Samora Moisés Machel, Povo e da Revolução Moçambicana”, lê-se num comunicado hoje difundido.


“A Casa de Moçambique não poderá deixar passar este momento de extrema dor pelo seu desaparecimento a uma personalidade de causas humanas”, acrescenta o comunicado, sublinhando: “Estamos de LUTO”.


Deixando as condolências à família, a direção da Casa de Moçambique conclui com um desejo: “Que o legado deixado pelo Dr. Mário Soares seja exemplo de todos sem exceção”.


Mário Soares, que morreu hoje aos 92 anos, desempenhou os mais altos cargos no país e a sua vida confunde-se com a própria história da democracia portuguesa: combateu a ditadura, foi fundador do PS e Presidente da República.


Nascido a 07 de dezembro de 1924, em Lisboa, Mário Alberto Nobre Lopes Soares foi fundador e primeiro líder do PS, e ministro dos Negócios Estrangeiros após a revolução do 25 de Abril de 1974.


Primeiro-ministro entre 1976 e 1978 e entre 1983 e 1985, foi Soares a pedir a adesão à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1977, e a assinar o respetivo tratado, em 1985. Em 1986, ganhou as eleições presidenciais e foi Presidente da República durante dois mandatos, até 1996.



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