NATO homenageia vítimas dos atentados de 11 de setembro nos EUA há 19 anos

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, e a embaixadora norte-americana junto da Aliança, Kay Bailey Hutchison, homenagearam hoje as vítimas dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, há 19 anos e que causaram 2.977 mortos.

NATO homenageia vítimas dos atentados de 11 de setembro nos EUA há 19 anos

NATO homenageia vítimas dos atentados de 11 de setembro nos EUA há 19 anos

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, e a embaixadora norte-americana junto da Aliança, Kay Bailey Hutchison, homenagearam hoje as vítimas dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, há 19 anos e que causaram 2.977 mortos.

A homenagem decorreu na sede do organismo, em Bruxelas, frente ao monumento ao artigo 5.º do Tratado da Aliança Atlântica, que consagra o princípio da defesa coletiva, ou seja, de que um ataque a um dos membros é considerado como um ataque a todos.

“Estamos aqui porque há 19 anos uma série de acontecimentos terríveis mudou tudo, mudou-nos como indivíduos, como nação e como Aliança”, assinalou Kay Bailey Hutchison.

Referindo o dia seguinte aos dos atentados, quando a NATO invocou o artigo 5, Hutchison destacou o compromisso da Aliança Atlântica “para defender a liberdade, a democracia, os direitos humanos e a lei” com os seus aliados.

A representante dos Estados Unidos junto da NATO também fez referência à crise causada pela pandemia da covid-19, considerando que “introduziu um novo inimigo” que afeta todos os aliados e destacando o papel dos militares da Aliança “na distribuição (de equipamento e medicamentos), transporte de doentes e construção de hospitais”.

“As ameaças são cada vez menos visíveis, mas cada vez mais perigosas”, disse a embaixadora, adiantando que a Aliança se adapta para continuar a proteger a segurança e permitir que se enfrente o futuro em conjunto.

Jens Soltenberg, por seu turno, recordou “o sofrimento e a perda” das perto de 3.000 vítimas mortais dos atentados, assim como “a coragem daqueles que morreram para salvar outros”.

“Estamos mais do que nunca perto da paz”, considerou, numa referência às negociações entre os talibãs e o governo do Afeganistão que começam no sábado. Estas discussões representam “uma oportunidade histórica que deve ser aproveitada”, adiantou.

A cerimónia incluiu simbolicamente um minuto de silêncio às 14:46 locais (13:46 em Lisboa e 08:46 na costa leste dos Estados Unidos), hora a que o primeiro avião chocou contra a torre norte do World Trade Center, em Nova Iorque, em 2001.

 

PAL // ANP

By Impala News / Lusa

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