Marcelo e o drama na Síria: «Só vontade de construir a paz permitirá caminhos de futuro»

Marcelo e o drama na Síria: «Só vontade de construir a paz permitirá caminhos de futuro»

Marcelo afirmou que só a vontade de construir a paz permitirá caminhos de futuro, ao referir-se ao ataque de «amigos e aliados» à Síria e à compreensão manifestada pelo Governo.

O Presidente da República afirmou este sábado que só a vontade de construir a paz permitirá caminhos de futuro, ao referir-se ao ataque de «amigos e aliados» à Síria e à compreensão manifestada pelo Governo português.

«Memória, orgulho e coragem nos reúnem aqui hoje, Forças Armadas e Portugal, num dia em que Portugal já manifestou pelo seu Governo a compreensão para com a razão e a oportunidade da intervenção de três amigos e aliados, limitada a estruturas de produção e distribuição de armas estritamente proibidas pelo direito internacional e cujo uso é intolerável e condenável», disse Marcelo Rebelo de Sousa, Comandante Supremo das Forças Armadas.

Marcelo discursou nas cerimónias do Dia do Combatente

Ao discursar nas cerimónias do Dia do Combatente, centenário da Batalha de La Lys e 82.ª romagem ao Túmulo do Soldado Desconhecido, no Mosteiro da Batalha, distrito de Leiria, o Chefe de Estado referiu-se ainda à posição do Governo liderado por António Costa, notando que, ao mesmo tempo, «apelava a uma investigação independente sobre crimes de guerra e a uma solução política negociada e pacífica, dramaticamente urgente, a pensar naquele povo martirizado».

«Numa região de que acabo de chegar e onde só o fim da escalada, escalada de violência e a vontade de construir a paz permitirão caminhos de futuro”, continuou, numa alusão à visita ao Egito que terminou na sexta-feira, acrescentando que os tempos atuais são “difíceis e, por isso, tempos que mais do que todos os outros convidam a esta evocação da memória, do orgulho e da coragem das nossas Forças Armadas».

 


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