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Cristas diz que impostos e degradação de serviços pagaram permanência no poder de Costa

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, defendeu que os portugueses pagaram em impostos e degradação de serviços públicos o preço da permanência no poder do primeiro-ministro e da solução governativa atual.

Lisboa, 22 dez (Lusa) – A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, defendeu hoje que os portugueses pagaram em impostos e degradação de serviços públicos o preço da permanência no poder do primeiro-ministro e da solução governativa atual.


“Este ano todos os portugueses pagaram em impostos e em degradação de serviços públicos o preço da sua permanência no poder e o preço da sua solução governativa”, afirmou Assunção Cristas no parlamento, no debate quinzenal com o primeiro-ministro, António Costa.


A líder centrista fez um balanço do ano governativo e ofereceu presentes simbólicos ao chefe do executivo: um par de óculos, porque “as vezes vê as coisas desfocadas, tudo muito cor-de-rosa”, um “soro da verdade” para reconhecer a “avaliação política” do anterior Governo, e um pacote das propostas apresentadas pelo CDS.


Na resposta, António Costa disse que ofereceria a Assunção Cristas “um retrovisor” para ver o seu passado governativo, mas disse que confirmou ser a boa “mãe Natal” que imaginou e sugeriu que o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, também pudesse vestir-se de pai Natal para competir com o CDS.


Este último comentário levou ao protesto dos sociais-democratas, que, através de Marco António Costa, consideraram de “muito mau gosto” que o primeiro-ministro faça “gracinhas” sobre o seu grupo parlamentar quando responde a outros, em vez de se pronunciar sobre as questões levantadas pelo PSD.



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