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Combate ao “vírus e veneno” da corrupção em Timor-Leste é trabalho de todos – deputados

Deputados timorenses consideraram hoje que o combate ao “vírus e veneno” da corrupção em Timor-Leste é um trabalho de todos, essencial para proteger e consolidar a soberania nacional e para garantir mais bem-estar para toda a população.

Díli, 2 fev (Lusa) – Deputados timorenses consideraram hoje que o combate ao “vírus e veneno” da corrupção em Timor-Leste é um trabalho de todos, essencial para proteger e consolidar a soberania nacional e para garantir mais bem-estar para toda a população.


“A corrupção é um veneno que pode ameaçar a democracia. Temos de estar juntos oara combater este veneno, este vírus que pode destruir um país. Temos de ter integridade, defender a nossa integridade sempre”, afirmou Francisco Branco, responsável timorense da Conferência Mundial de Parlamentares Contra a Corrupção.


“Depois de termos vencido na batalha pela independência, temos agora que lutar contra o vírus da corrupção. A nação é um património de todos, para os velhos que lutaram pela nossa pátria e para os jovens que são o futuro da nossa pátria”, disse.


O deputado da Fretilin, segundo partido timorense, falava no arranque de uma conferência internacional sobre “Direitos, Liberdades e Garantias versus o Combate à corrupção” que decorre até sexta-feira em Díli.


A sociedade civil e a igreja também “têm um papel importante na luta contra a corrupção”, colaborando para “transformar Timor-Leste num Estado de direito na sua plenitude”.


Não basta, insistiu, ter “uma cultura jurídica e democrática como metas” mas garantir que as leis aprovadas são verdadeiramente implementadas “com coragem” porque “a democracia tem que ser construída todos os dias, tem que ser trabalhada diariamente por todos”.


Francisco Branco apelou diretamente ao presidente do Parlamento Nacional para que se acelere a aprovação da “importantíssima” lei anticorrupção como mecanismo essencial “para prevenir e combater seriamente o problema”.


Intervindo também na abertura da conferência, a deputada Carmelita Moniz (CNRT), também defendeu um reforço das medidas legislativas para prevenir e combater a corrupção.


“Reafirmamos a nossa forte determinação em continuar a servir o nosso povo, criando as bases para a estabilidade e segurança e para fortalecer os mecanismos para o desenvolvimento do nosso país”, sublinhou.


“Peço aos atores judiciais, especialistas que partilhem as vossas posições. São contributos essenciais para a nova lei”, frisou.


Carmelita Moniz recordou que já há elementos de combate à corrupção no corpo legislativo em Timor-Leste mas considerou essencial que a sua implementação seja reforçada.



ASP//ISG

By Impala News / Lusa


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