Maddie

Maddie “foi congelada e depois cremada”, diz ex-inspetor da Polícia Judiciária

Gonçalo Amaral, antigo inspector da Polícia Judiciária afastado da investigação do caso Maddie, apresentou novas revelações sobre o desaparecimento da menina britânica, em 2007.

O primeiro responsável pela investigação ao desaparecimento de Maddie, a 3 de Maio de 2007, voltou à Praia da Luz. Esteve no Algarve e foi ao apartamento onde a criança, então com três anos, foi vista pela última vez.

Numa reportagem da CMTV, Gonçalo Amaral aponta várias contradições do caso de há dez anos. E defende a teoria da morte acidental de Madeleine McCann. Teoria já avançada por uma especialista criminal que falou em “negligência e medicação” eventualmente dada pelos pais.

Kate e Gerry McCann esconderam o corpo numa arca frigorífica, acredita Gonçalo Amaral

O inspector acredita que Kate e Gerry McCann são culpados da morte da criança e de ocultação de cadáver. Defende também que a menina morreu acidentalmente no apartamento e que, depois, os pais esconderam o corpo numa arca frigorífica.

Gonçalo Amaral lembra, ainda, que os cães-polícia britânicos encontraram o odor a cadáver e a sangue no apartamento e num carro usado pelo casal.

A seguir, de acordo com a versão que o ex-inspector apresenta na reportagem, os McCann terão cremado Maddie escondida no caixão de outra mulher britânica.

O ex-inspector avança “informações” de que “três figuras” foram vistas a entrar numa Igreja local, onde os McCann foram vistos a rezar, por várias vezes, “por uma porta lateral”, durante a noite.

Os McCann “tinham uma caixa e estava para acontecer uma cremação de uma mulher britânica”. “É possível que os restos da criança estivessem nessa caixa e que tenham sido cremados também”, supõe Amaral. Além do mais, completa o antigo inspetor da PJ, “os pais [de Maddie] tinham a chave da Igreja”.

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