Estudante português encontrado morto na Tailândia. Familiares falam em homicídio

«O Julian não se afogou. Ninguém nada com roupas e com documentos de identificação no bolso. Há algo mais. Mas ninguém fala disso. Não tem tatuagens. Por isso, como é que o corpo ficou marcado?», garantiu o pai do estudante

Julian David, um estudante português de 22 anos, foi encontrado morto numa praia em Hua Hin, a cerca de 200 quilómetros de Banguecoque, na Tailândia, na passada terça-feira, dia 8 de maio.

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O jovem, que também tinha nacionalidade sul-africana, estava a estudar num universidade nos arredores da capital tailandesa e residia numa unidade hoteleira. Julian foi encontrado pelas autoridades sem vida vestido, com a carteira, com os documentos de identificação, e as chaves do quarto de hotel nos bolsos da roupa. O corpo apresentava manchas de sangue.

As circunstâncias da morte do estudante português, ainda desconhecidas, estão a gerar uma onda de especulação sobre o que terá acontecido nas redes sociais, tendo em conta que os familiares revelaram ao jornal local «Daily Hua Hin» que o filho era «campeão de natação» e que a sua morte não terá sido acidental. Dezenas de seguidores pedem justiça e que a verdade venha ao de cima.

«O Julian não se afogou. Ninguém nada com roupas e com documentos de identificação no bolso. Há algo mais. Mas ninguém fala disso. Não tem tatuagens. Por isso, como é que o corpo ficou marcado?», garantiu Carlos David, o pai da vítima.

O caso está a ser investigado pela polícia local, que aguarda os resultados da autópsia do corpo de Julian prevista para esta quinta-feira, dia 11 de maio.

«A polícia vai esconder tudo, para que possam continuar a manter aquele país de porcaria a andar», afirmou o progenitor a propósito de notícias tailandesas que davam conta de que Julian tinha o corpo tatuado e que teria provavelmente morrido por afogamento, devido a uma cãibra ou convulsão. A família desmente a informação revelada nos órgãos de comunicação locais.

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