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Capital moçambicana enfrenta restrição de água devido à redução do caudal do rio Umbeluzi

Os municípios de Maputo e Matola e a vila de Boane vão, a partir da terça-feira, registar restrições no fornecimento de água devido à redução do caudal do rio Umbeluzi, informou a empresa Águas da Região de Maputo.

Maputo, 09 jan (Lusa) – Os municípios de Maputo e Matola e a vila de Boane vão, a partir da terça-feira, registar restrições no fornecimento de água devido à redução do caudal do rio Umbeluzi, informou a empresa Águas da Região de Maputo.


De acordo com um comunicado publicado na página de internet da empresa, Maputo, Matola e Boane vão receber água em dias alternados, devido às dificuldades que estão a ser registadas para encher os reservatórios do sistema de abastecimento.


“A Águas da Região de Maputo apela os seus clientes para adotarem medidas de contenção, fazendo uso racional e, acima de tudo, evitar desperdiçar água, porque estas restrições podem levar algum tempo”, lê-se no comunicado, que sugere que o consumo humano seja a prioridade durante o período.


Para outro tipo de consumo, a empresa vai distribuir água através de camiões-cisterna nas zonas afetadas.


O volume de água do rio Umbeluzi, na vila moçambicana de Namaacha, depende da queda de chuva na barragem dos Pequenos Libombos, em Boane.


O sistema de abastecimento das cidades de Maputo e Matola e da vila de Boane chega a fornecer 240 mil metros cúbicos por dia.


Desde o ano passado, vários países da África Austral estão a ser atingidos pela seca, devido ao fenómeno climático El Niño.


Em Moçambique, pelo menos 1,5 milhões de pessoas ficaram em situação de insegurança alimentar e a campanha agrícola de 2016 foi fortemente comprometida.



EYAC // VM


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