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Sindicatos pedem negociação suplementar ao Ministério da Educação

Os sindicatos de professores vão pedir a negociação suplementar, depois de terem considerado hoje inconclusivas as reuniões com o Ministério da Educação sobre a vinculação extraordinária e um novo diploma de concursos de colocação.

Lisboa, 13 jan (Lusa) — Os sindicatos de professores vão pedir a negociação suplementar, depois de terem considerado hoje inconclusivas as reuniões com o Ministério da Educação sobre a vinculação extraordinária e um novo diploma de concursos de colocação.


Ainda sem documento em cima da mesa, os dirigentes sindicais revelaram ter recebido propostas no sentido de serem vinculados aos quadros do ministério os docentes com 12 anos de serviço que estejam colocados este ano letivo em horário anual completo.


Sem números sobre os professores a abranger, os sindicatos desconhecem se a proposta é melhor do que a apresentada na semana passada.


Deixa de ser necessário cumprir cinco contratos no mesmo grupo de recrutamento (disciplina) nos últimos seis anos para a vinculação dos professores com 12 anos de serviço, o que corresponde a uma reivindicação dos sindicatos, de acordo com as estruturas que já reuniram com a secretária de Estado Adjunta e ds Educação, Alexandra Leitão.


A Associação Nacional de Professores Contratados considerou já em comunicado que se trata de um grande avanço, mas os sindicatos estão mais cautelosos.


As estruturas mais representativas, como a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e Federação Nacional da Educação (FNE) estão ainda no Ministério a negociar, mas à semelhança de outros sindicatos já admitiram pedir a negociação suplementar, como é o caso do Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) e do Sindicato Nacional dos Profissionais de Educação (SINAPE)



AH // JPF


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