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Governo diz que pico da gripe começou a recuar sem caos nas urgências

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, afirmou que as estatísticas revelam um recuo no pico da gripe sem se ter instalado o caos nas urgências, ao contrário do que alguns anteviam.

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Macedo de Cavaleiros, Bragança, 13 jan (Lusa) — O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, afirmou hoje que as estatísticas revelam um recuo no pico da gripe sem se ter instalado o caos nas urgências, ao contrário do que alguns anteviam.


“Ao contrário do que se dizia nem se instalou o caos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), nem nos hospitais e (nem) os serviços sentem incapacidades de dar respostas”, afirmou o governante, no hospital de Macedo de Cavaleiros, um dos pontos de passagem da visita que está a fazer hoje ao distrito de Bragança.


O secretário de Estado da Saúde assegurou que aquilo que se tem assistido nesta semana pelo país fora com a chegada do pico da gripe “é , em todos os serviços de urgência, uma diminuição” da afluência.


Manuel Delgado ressalvou que não é uma redução “substancial, mas estatisticamente significativa da procura”, o que leva os responsáveis a admitir que “o pico (da gripe) já foi atingido”.


O secretário de Estado não descarta que possa ainda haver alguma surpresa com o recrudescimento do frio, em regiões como a de Bragança, por exemplo, porém mostrou-se convicto de que “no essencial, as coisas estão bem controladas”.


Apontou ainda que as estatísticas revelam que no período mais crítico dos últimos dias, a nível nacional, “as respostas fizeram com que os tempos de espera tenham baixado naqueles hospitais onde havia picos de espera realmente exasperantes para os cidadãos e, portanto, essa parte está controlada”.


O Ministério da Saúde quis verificar localmente como decorre este processo e o secretário de Estado está a visitar hospitais de todo o país para se inteirar “das condições em que as pessoas estão a trabalhar”.


Estas visitas servem “também para dar um alento e um incentivo de natureza política aos profissionais” porque, como disse o governante, é com eles que o SNS está a “conseguir manter do ponto de vista de funcionamento e sem problemas as urgências”.




HFI // JPF


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