Especialistas debatem em Lisboa estratégias de prevenção e proteção do património
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Especialistas debatem em Lisboa estratégias de prevenção e proteção do património

“Risco e Património em Portugal” é o título do simpósio que reúne hoje vários especialistas, de diferentes áreas científicas, em Lisboa, numa iniciativa no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, que se está a celebrar.

“Risco e Património em Portugal” é o título do simpósio que reúne hoje vários especialistas, de diferentes áreas científicas, em Lisboa, numa iniciativa no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, que se está a celebrar.

O simpósio tem lugar no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, é aberto pela diretora-geral do Património Cultural, Paula Araújo da Silva, e é uma iniciativa do projeto europeu Storm, para a salvaguarda do património cultural, através de recursos técnicos e de gestão (Safeguarding Cultural Heritage through Technical and Organisational Resources Management).

O objetivo do encontro “é fomentar o debate sobre políticas e estratégias de prevenção, proteção e intervenção em sítios culturais, ameaçados por desastres naturais e antrópicos”, adianta a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Hoje, dia aberto ao público, além de Paula Araújo da Silva, na sessão inaugural, também intervêm o diretor nacional de Planeamento de Emergência da Autoridade Nacional da Proteção Civil, José Oliveira, e a diretora do Museu dos Coches, Silvana Bessone.

A lista de participantes nos diferentes painéis de debate inclui Isabel Raposo de Magalhães, do Museu dos Coches, José Delgado Rodrigues, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Xavier Romão e Esmeralda Paupério, da Faculadde de Engenharia da Universidade do Porto.

O colóquio prossegue na terça-feira, com sessões de trabalho entre os vários especialistas, à porta fechada.

O projeto Storm, segundo nota da DGPC, “propõe-se inovar em ações preventivas para a conservação de estruturas históricas, em medidas de emergência para mitigar o impacto de desastres naturais e das alterações climáticas, e na criação de uma rede de informação e ferramentas entre todos os parceiros europeus”.

O projeto, financiado no âmbito do Programa de Investigação e Inovação Horizonte 2020 da Comissão Europeia, está “a desenvolver novos modelos preditivos e a melhorar métodos não-invasivos e não-destrutivos de investigação e diagnóstico, para uma previsão mais eficaz de alterações e ameaças que possam danificar o património cultural”, segundo a mesma fonte.

 


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