Covid-19: Rússia bate recorde de novas infeções com 24.318 casos em 24 horas

A Rússia registou hoje mais um recorde de infeções diárias pelo novo coronavírus, com 24.318 novos casos detetados em 85 regiões russas, de acordo com autoridades de saúde russas.

Covid-19: Rússia bate recorde de novas infeções com 24.318 casos em 24 horas

Covid-19: Rússia bate recorde de novas infeções com 24.318 casos em 24 horas

A Rússia registou hoje mais um recorde de infeções diárias pelo novo coronavírus, com 24.318 novos casos detetados em 85 regiões russas, de acordo com autoridades de saúde russas.

No total, desde o início da pandemia na Rússia, 2.039.926 pessoas adoeceram e 35.311 pacientes já morreram.

Do total das novas infeções registadas nas últimas 24 horas, 5.923 (24,4%) são assintomáticas.

Também foram contabilizados 461 óbitos e 24.758 pessoas foram consideradas curadas.

Em Moscovo, principal foco da doença na Rússia, o número de novos casos também estabeleceu um recorde, com 6.902 pessoas infetadas.

Segundo Antonina Ploskíreva, vice-diretora do Centro de Pesquisa Epidemiológica do órgão supervisor russo Rospotrebnadzor, citada pela agência TASS, há “uma tendência definida para o início da estabilização (da situação epidemiológica) na Rússia”.

No entanto, alertou que “ainda é cedo” para dizer que a situação está estabilizada.

“A fase de estabilização é um processo oscilante, caracterizado por níveis altos e baixos de infeção”, explicou.

Na quarta-feira, o Presidente do país, Vladimir Putin, observou a situação “complexa” do novo coronavírus em diferentes regiões da Rússia e pediu às autoridades locais que “não escondam” a situação real.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.350.275 mortos resultantes de mais de 56,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.701 pessoas dos 243.009 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

CSR // FPA

By Impala News / Lusa

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