Covid-19: Governo angolano prolonga situação de calamidade por mais 30 dias

O Governo angolano prolongou a situação de calamidade pública por mais 30 dias, mantendo-se as atuais regras em vigor, anunciou hoje o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida.

Covid-19: Governo angolano prolonga situação de calamidade por mais 30 dias

Covid-19: Governo angolano prolonga situação de calamidade por mais 30 dias

O Governo angolano prolongou a situação de calamidade pública por mais 30 dias, mantendo-se as atuais regras em vigor, anunciou hoje o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida.

No anúncio, o ministro destacou a evolução epidemiológica positiva da covid-19, face à altura em que entrou em vigor o anterior decreto, em 23 de outubro, quando a doença mostrava um “crescimento acentuado”.

Segundo o ministro, a avaliação feita indica que, após algum crescimento, as medidas parecem estar a dar resultados, registando-se um “decréscimo no número de infeções”.

No entanto, o período que decorreu é “insuficiente para tirar conclusões”, pelo que o Governo adotou uma “abordagem de continuidade, face à avaliação dos dados” e à “tendência que parece ser positiva”, renovando as atuais medidas por um período adicional de 30 dias.

O novo período começa na segunda-feira e prolonga-se até 23 de dezembro, “havendo sempre possibilidade de haver revisão das medidas”, que poderá ir “no sentido de reforçar ou aliviar dependendo da evolução epidemiológica”, destacou Adão de Almeida.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.360.914 mortos resultantes de mais de 56,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 48.682 mortos confirmados em mais de dois milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

Angola registava na quinta-feira 333 óbitos e 14.134 casos de infeção.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

RCR // LFS

By Impala News / Lusa

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