106 casos confirmados de sarampo e 21 ainda em investigação
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106 casos confirmados de sarampo e 21 ainda em investigação

Segundo o último boletim epidemiológico, hoje divulgado, dos 106 casos confirmados, 85 (80%) são profissionais de saúde e mais de metade (58%) são do sexo feminino.

Lisboa, 11 abr (Lusa) — O número de casos confirmados de sarampo subiu para 106 e há 21 casos ainda em investigação, de acordo com a Direção-Geral de Saúde (DGS).


Segundo o último boletim epidemiológico, hoje divulgado, dos 106 casos confirmados, 85 (80%) são profissionais de saúde e mais de metade (58%) são do sexo feminino.


Do total de casos confirmados, 15 (14%) ocorreram em pessoas não vacinadas e 10 (9%) em pessoas com esquema vacinal incompleto.


A DGS indica ainda que foram registados 246 casos negativos e há 21 ainda em investigação.


O vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra.


Os doentes são considerados contagiosos desde quatro dias antes até quatro dias depois do aparecimento da erupção cutânea.


Segundo a DGS, “os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal”.


Existe vacina contra o sarampo no Programa Nacional de Vacinação, que deve ser administrada aos 12 meses e 5 anos de idade.


As pessoas com esquema vacinal completo podem contrair a doença, mas de forma leve e não são veículo de transmissão, segundo as autoridades de saúde.


Quem já teve sarampo está imunizado e não voltará a ter a doença.



SO // PMC

By Impala News / Lusa


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