casamento erótica

Uma prenda de casamento bem erótica (parte 2)

…Coloquei uma mão por baixo da mesa e pousei-a na coxa. Acariciei a pele lentamente, exibindo-me sem pudor. Um dedo aflorou a entrada do meu sexo e ajeitei o corpo, abrindo as pernas de forma a facilitar os seus movimentos.

O empregado aproximou-se de nós.
– Está tudo bem com o jantar? – perguntou dirigindo-se especialmente a mim.
– Está tudo ótimo!
– Ainda bem! Se precisarem de alguma coisa é só pedir.
Comecei a sentir o olhar do homem sentado na mesa ao lado a roçar-me a pele. À medida que o tempo ia passando, ele tornava-se cada vez mais ostensivo na forma como me mirava, o que me ia aquecendo por dentro. Afastei ligeiramente as pernas e percebi que os olhos dele se fixaram no meu movimento. Se as afastasse mais um pouco ele perceberia que estava nua por baixo da minissaia…

O Jorge ia observando os meus movimentos. Já me conhecia o suficiente para saber que eu ia acabar por alinhar na provocação. Era uma questão de tempo.

– Vou abrir as pernas!… – disse-lhe em voz baixa.

O marido recostou-se na cadeira e pegou no copo com a sangria. Ajeitei o corpo e afastei os joelhos, expondo as coxas e o sexo ao olhar daquele estranho.
– Já está!
– Humm… e ele, está a olhar?
– Sim! De forma totalmente indiscreta. Nem se preocupa em fingir que não percebe.
– Olha-o na cara. Mostra-lhe que sabes que ele te está a ver assim!
Encarei o desconhecido de frente. Ele não desviou o olhar. O jogo estava a subir de nível e as cartas estavam na mesa.
– Toca-te… – ouvi o Jorge dizer.
– O quê?
– Toca-te!… Toca-te para ele… deixa-o bem excitado…

Coloquei uma mão por baixo da mesa e pousei-a na coxa. Acariciei a pele lentamente, exibindo-me sem pudor. Um dedo aflorou a entrada do meu sexo e ajeitei o corpo, abrindo as pernas de forma a facilitar os seus movimentos. O meu alvo parara de comer e estava totalmente concentrado nos meus gestos. Olhei em volta, mais ninguém me podia ver, a não ser que o empregado decidisse voltar. Enfiei um dedo na vagina e procurei o clitóris. Reparei que o Jorge retirava um objeto de dentro do bolso do casaco. Era uma caixa de veludo de cor bordeaux.

– O que é isso? – perguntei sem parar de me acariciar.
– Uma prenda! Vais ter de parar por uns segundos com a brincadeira que vai por aí por baixo da mesa…
– Ooohhh!… – respondi em voz baixa. – Logo agora que estava a começar a gostar do jogo.
– Ainda vais gostar mais, acredita!

Fiquei curiosa com a resposta dele. Retirei o dedo de dentro do meu sexo e a minha mão regressou ao tampo da mesa. O Jorge olhou-a e percebeu que o meu dedo estava molhado.

– Deixa-me chupá-lo…
Sorri. O ambiente estava a aquecer. Estiquei o braço e coloquei o dedo junto aos seus lábios. A boca abriu-se e ele começou a lambê-lo. A cena ia sendo acompanhada ao pormenor pelo voyeur e tínhamos chegado a um ponto em que ele já não teria nenhuma dúvida que estávamos a exibir-nos para ele.

– Abre a caixa! – disse o Jorge depois de sugar todo o líquido que o meu dedo transportara das minhas entranhas.
Agarrei no invólucro macio e retirei-lhe a tampa. Lá dentro, um pequeno objeto oval e um outro de forma retangular, espicaçaram-se a curiosidade.
– O que é isto?
– Pega no objeto oval!

Segurei-o na mão. Era liso e frio.
– É um vibrador. Vais metê-lo e depois eu vou brincar com o comando sem fios!
– Queres que o meta aqui?
– Sim! O teu fã vai ver-te a engolires o brinquedo. E tu vais gostar que ele te veja não vais?
– Vou…

Meti as duas mãos por baixo da mesa e coloquei o vibrador na entrada do meu sexo. O Jorge agarrou no comando e ligou-o. Senti uma leve trepidação e pressionei o intruso forçando a abertura dos meus lábios. Ajeitei o corpo colocando as ancas mais para a frente, à beira da cadeira. Com a mão livre afastei a fenda já húmida e olhei para o homem que, a pouco mais de três metros, se esquecera por completo da refeição e desfrutava daquele espetáculo inesperado. Senti o ovo entrar e ser engolido. O Jorge aumentou a potência da vibração e eu contraí os músculos das coxas. – Sabe bem…
– E com assistência ainda mais, não é?
Fechei os olhos e cruzei as pernas, para melhor sentir os efeitos da vibração. Levei uma das mãos ao decote e acariciei o peito.
– Tem calma! – disse-me o Jorge divertido. – Se não te controlas ainda te vens aqui no meio do restaurante!
– O culpado és tu!… – respondi olhando para o desconhecido. Reparei que colocara uma mão debaixo da mesa e a pousara em cima da braguilha. Estava a acariciar o pénis enquanto me via. Imaginei se faria jus aos dotes típicos dos homens negros e percebi que tinha vontade de ver aquele membro negro, grande e duro.
– Temos de acabar de jantar, minha menina! – referiu o Jorge desligando o aparelho.
Olhei-o desiludida.
– Então? Paraste porquê?
– Porque não quero que te venhas… pelo menos não quero que te venhas aqui no restaurante! Mas podes continuar com o vibrador metido aí. Vamos usá-lo quando sairmos.

Respirei fundo e tentei ajeitar a minissaia, que com tudo o que acontecera, tinha subido até à cintura. Estava totalmente exposta aos olhos de qualquer pessoa que passasse por ali.
O homem negro levantou-se e dirigiu-se ao balcão. Pagou o jantar e saiu, olhando uma última vez para mim. Senti uma desilusão por deixar de o ter ali a ver-me.
– Foi-se embora o teu amigo…
– Pois foi!…
– Noto algum desapontamento na tua voz! Gostaste dele, pelo que vejo.
– Era um homem interessante…
– Mas se calhar comprometido. Ou então envergonhado… não quis arriscar. Se arriscasse, estavas disponível para mais alguma coisa?
– Querias que estivesse?
– Bom… agora é tarde de mais, podia ter sido interessante. Quem sabe não vimos cá mais vezes e voltamos a cruzar-nos com ele!

Acabámos de jantar e o Jorge pediu a conta. Mesmo sem estar a vibrar, o ovo ia provocando algumas sensações bem agradáveis. Eu mantinha as pernas cruzadas e ia contraindo os músculos para o sentir.

Quando saímos do restaurante, senti o aparelho alojado no meu sexo começar a vibrar. O Jorge tinha ligado o motor, na velocidade mais baixa. Instintivamente, coloquei a mão no baixo ventre e olhei em volta. Obviamente que ninguém iria desconfiar do que se passava, mesmo que passasse bem perto de mim, a não ser que a vibração me levasse a gozar.
– Anda, vamos a pé!
Olhei-o surpreendida.
– A pé? Para onde?
– Já vais ver…
Deu-me a mão e conduziu-me pela rua praticamente vazia. Andámos em silêncio durante cerca de dois minutos, até chegarmos a um pequeno hotel.
– Vamos passar a noite aqui…- disse-me ele.
– Humm… uma noite no hotel! Gosto da ideia!
– Eu sabia que ias gostar!

Entrámos no hall e o Jorge cumprimentou o funcionário da receção com um leve curvar de cabeça. Conduziu-me até ao elevador e carregou no botão. A vibração continuava a provocar-me sensações muito suaves e agradáveis. Os meus níveis de excitação iam subindo gradualmente, e a ideia de que iria ser possuída pelo Jorge dentro de minutos naquele hotel acelerava essa excitação.

A porta do elevador abriu-se e o Jorge cedeu-me a passagem. Carregou no botão do segundo andar e, mal a porta iniciou o movimento para se fechar, agarrou-me pela cintura e beijou-me na boca. Senti a vibração do ovo aumentar e reagi abrindo a boca para receber a língua quente que chupei. A viagem foi curta e tentei compor-me quando o elevador parou, com um suave solavanco.

O corredor estava vazio. Ele agarrou-me na mão e conduziu-me para o quarto nº 22. Retirou do bolso o cartão magnético, que passou pela ranhura da fechadura. A porta abriu-se e entrámos num espaço acolhedor. Ao fundo, uma cama com uma colcha vermelha, destacava-se de forma convidativa.
– Agradável!… – disse num tom baixo.
– Ainda bem que gostas! – respondeu ele, retirando-me o casaco.
Olhou-me de forma provocadora, percorrendo com esse olhar as curvas do meu corpo que a toilette revelava. Vi que colocava a mão no bolso das calças, retirando algo de cor preta.
– Que é isso?
– Um lenço… vou vendar-te! Vais apenas sentir o que te vou fazer!
– Estás com umas ideias muito animadas…
– Pois estou… e mesmo com os olhos tapados vou levar-te a ver estrelas!
Senti um arrepio quando ele esticou os braços e me colocou o tecido sobre a vista. A escuridão envolveu-me e senti o coração acelerar. Um beijo no pescoço fez-me encolher.
– Vou levar-te para a cama!
Conduziu-me devagar até ao fundo do quarto e ajudou-me a sentar. Beijou-me na boca e quando estiquei os braços para o abraçar ele afastou-se.
– Calma! Vou ligar a aparelhagem!

Senti-o afastar-se. Segundos depois, o silêncio do quarto foi quebrado por uma melodia quente. O som impedia que ouvisse os seus passos, mas senti o colchão da cama abanar, sinal que ele estava perto. As suas mãos pousaram nos meus ombros e puxaram-me delicadamente para trás. Deixei o corpo cair, ficando deitada, com as pernas apoiadas no chão. Ele puxou-me a saia para cima e afastou-me as coxas. Um dedo tocou-me na fenda sensível e agarrou no fio do ovo que pendia entre os meus lábios. Começou a puxá-lo e o objeto deslizou lentamente para o exterior. Quando saiu totalmente do meu corpo, senti um vazio que me deixou com uma enorme vontade de que o espaço fosse preenchido por um pénis duro e grosso.

Algo de frio e húmido pousou nos meus lábios. Abri-os ligeiramente e deixei que a ponta da língua provasse o intruso. Rapidamente percebi que era o ovo molhado do meu néctar que me roçava a boca. Abri-a, deixando que ele entrasse. Chupei-o, saboreando o líquido levemente salgado que já me lubrificava a vagina. Ao fim de alguns segundos, o Jorge retirou o brinquedo e começou a desapertar-me a blusa. Senti as mãos acariciarem-me o peito, por cima do soutien. Os toques foram descendo e chegaram à saia. Ela começou a deslizar pelas minhas pernas e caiu no chão. Com um pé, chutei-a para longe.

– Senta-te! – ordenou o Jorge.
Impulsionei o tronco e fiquei sentada na beira da cama. Durante alguns segundos nada se ouviu, para além da música que pairava no ar. A expetativa do que iria acontecer tinha um forte efeito afrodisíaco. Finalmente, ouvi-o dizer.
– Abre a boca e deita a língua de fora!

Obedeci, expectante. Algo quente pousou na ponta da minha língua. Movimentei-a, para tentar descobrir o que seria. Demorei apenas uns segundos até perceber que era a ponta do seu membro ereto. Instintivamente, agarrei o rolo e abocanhei-o. De imediato, uma sensação estranha apoderou-se de mim. Aquele não era, decididamente, o sexo do Jorge! Apesar de ele ser bem constituído, o que tinha na mão e na boca era maior… substancialmente maior! Senti uma boca roçar-me a nuca, atrás de mim.
– Já percebeste que não sou eu, não percebeste?
O Jorge estava atrás de mim… e um outro homem estava de pé, à minha frente, com o seu pau enfiado na minha boca.
– Chupa-o…

Suguei a ponta do rolo quente e deslizei a mão fechada sobre ele, para cima e para baixo. Era alguém mesmo muito bem fornecido! Senti um arrepio quando uma dúvida me assaltou a mente… seria possível que fosse o homem do restaurante? Teria sido tudo aquilo preparado pelo Jorge?

Enquanto tudo isto me passava pela cabeça, a minha vontade de engolir aquela carne macia ia-se tornando cada vez maior. Tentei metê-lo todo dentro da boca, mas a tarefa mostrou-se impossível. A ponta tocava-me na garganta mas mesmo assim, uma parte significativa ficava de fora! Atrás de mim, o Jorge retirou-me a blusa e desapertou-me o soutien. Os meus seios soltaram-se e eu fiquei nua. Senti as mãos dele a percorrerem-me as coxas, enquanto outras duas mãos me beliscavam os bicos rijos dos mamilos.

Quando a venda foi desapertada, a luz que me beijou os olhos impediu que percebesse exatamente quem estava à minha frente. Durante uns segundos, apenas vultos se ofereceram ao meu olhar. Mas rapidamente tudo ficou nítido e eu olhei para o homem cujo sexo eu continuava a agarrar. Todas as minhas suspeitas se concretizaram! Era o mesmo que, no restaurante, se sentara na mesa ao lado e para quem eu me exibira… Estava nu, e o meu olhar foi incapaz de resistir a um exame minucioso do sexo imponente que se revelava perante os meus olhos. Abri de novo a boca e deliciei-me a chupá-lo e a lambê-lo demoradamente. Reparei que o Jorge me olhava e o facto de estar assim a fazer sexo oral a um homem com ele a ver, deixou-me ainda mais entusiasmada.

O Jorge afastou-se e começou a despir-se. Eu ia mantendo na boca aquele membro preto e rijo, arranhando-o com os dentes e lambendo-o em toda a sua extensão. Quando ficou nu, o marido aproximou-se e colocou-se ao lado do desconhecido. Agarrei-lhe o pau também duro e comecei a chupar os dois alternadamente.

As duas cabeças tocaram-se e esforcei-me por abocanhá-las ao mesmo tempo. A minha língua deslizava ora na carne clara, ora na carne escura e as minhas mãos apertavam os rolos quentes, aprisionando-os. As duas cabeças macias tocavam-me, conduzidas pelas minhas mãos que as puxavam para mim para que a boca as pudesse degustar em simultâneo.


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