Crónicas do Meu Outro Eu

Crónicas do Meu Outro Eu | Jogos sexuais com os meus primos gémeos

As férias de Verão dos meus 18 anos foram inesquecíveis. Nelas vivi as minhas primeiras experiências sexuais com um homem… ou melhor com dois homens, os meus primos gémeos. Numa casa de férias junto à Figueira da Foz passámos um Verão onde a descoberta do erotismo marcou os nossos dias.

Aqui fica um excerto do meu livro Crónicas do Meu Outro Eu (vol. 1) onde relato tudo o que então aconteceu.

Tinha andado toda a manhã a pensar em formas de estimular os acontecimentos daquela tarde. E tinha algumas ideias! Por isso quando subimos ao andar de cima e entrámos no meu quarto já tinha esboçado um plano mais ou menos perverso para os pôr a sofrer um bocadinho antes de lhes dar acesso ao meu corpo.

– Primos! Posso convidar-vos a assistir a uma sessão de striptease?

– Uau! – referiu Luís. – Decididamente não deixas de nos surpreender!

– Eu sou assim, um poço de imaginação! Podem sentar-se na minha cama!

Depois de termos chegado da praia e tomado banho, tinha vestido uma leve e curta saia e uma t-shirt branca sem soutien. Nada de muito adequado para um strip pelo número reduzido de peças, mas tudo bem, era o que se podia arranjar. Liguei a aparelhagem e escolhi uma música da qual já não me recordo. Lembro-me que, sem grande jeito ou técnica para stripper, lá me fui desenvencilhando das roupas, perante o olhar atento – e guloso – dos dois gémeos. À medida que cada peça de roupa ia sendo retirada, eles batiam palmas e pediam mais. Até que fiquei completamente nua e recebi uns bravos entusiasmados.

Aproximei-me deles e ajoelhei-me à sua frente. Coloquei uma mão em cima de cada uma das braguilhas.

– Humm – parece-me que há algo por aqui que temos de explorar melhor…

Apertei as mãos sentindo os rolos duros que ambos apresentavam. Acariciei-os um bocado por cima dos calções e depois levantei-me. Um beijo rápido nos lábios de Artur, outro nos lábios de Luís, e sentei-me no cadeirão verde em frente da cama. Cruzei as pernas e disse-lhes:

– Agora, quero ver os dois a masturbarem-se! O primeiro a vir-se ganha e, como tal terá direito a que eu depois o reanime e o ponha em forma para lhe dar um novo orgasmo. O mais lento ficará a observar-nos! Ah, quando o primeiro se vier o outro terá de parar.

Eles foram apanhados de surpresa. Já estavam preparados para brincarem comigo e a minha proposta não os entusiasmou por aí além…

– Vá lá, não se inibam, podem começar quando quiserem que eu fico aqui a ver-vos. Acho que vai ser um excelente espetáculo!

Enquanto lhes dizia isto descruzei as pernas e abri-as na direção deles. Uma das minhas mãos pousou entre as minhas coxas e comecei a tocar-me. A outra começou a acariciar os seios.

O espetáculo de me verem assim animou-os. Perceberam que eu estava a falar a sério e despiram-se. Estavam os dois bem excitados e começaram também a tocar-se. Ambos fixaram os olhos em mim enquanto se afagavam. A visão é um ótimo afrodisíaco e eles beneficiavam de ver-me a acariciar-me. Enfiei um dedo dentro do sexo, depois outro e procurei aqueles pontos mais sensíveis. À minha frente, os dois iam movimentando as mãos em movimentos de vaivém rápidos, numa corrida intensa para cortar a meta em primeiro lugar. Eu era o troféu, um troféu que eles desejavam e que estava ali, exposto para deleite dos seus olhos. Imagino que a competição pouco mais de três minutos terá demorado. Foi esse o tempo que passou até o corpo de Artur se entesar e um suspiro fundo acompanhar os jatos de sémen que começaram a brotar do seu pénis.

– Luís, para! – ordenei.

Luís parou e retirou a mão do sexo. Reparei que aquele pau latejava de forma sincopada. Percebi que também ele deveria estar quase a chegar ao clímax. Aquela interrupção abrupta não devia ser fácil de gerir, pensei. Levantei-me e aproximei-me da cama.

– Muito bem, temos um vencedor!

– Isto está mal! – referiu Luís. – Então a pessoa que já se veio vai ter-te e a que está aqui quase a rebentar fica a ver?

– É isso mesmo priminho! Não sabias que tens uma prima que gosta de ver sofrer os homens?

Dirigi-me a ele e beijei-o na boca, enquanto a minha mão lhe agarrava o sexo e lhe fazia uma rápida carícia.

– Pobrezinho… está aqui impaciente!…

Afastei-me, sentindo-me muito bem naquela posição de quem domina a situação a seu bel-prazer. Entretanto o Artur levantou-se e foi lavar-se à casa de banho. Quando regressou deitou-se na cama e o Luís sentou-se no cadeirão.

– Primo! – disse, dirigindo-me ao Luís. – Agora vou para a cama com o Artur e tu ficas a ver, mas não te podes vir! Por isso nada de carícias. Se te vieres, hoje ficas em abstinência total!

Luís reclamou que era injusto, que estava num estado lastimável, mas eu estava decidida a deixá-lo sofrer antes de lhe proporcionar uma dose de prazer.

Deitei-me sobre o Artur. Sentia o seu sexo na minha barriga, semirrígido. Estava ainda em recuperação após a competição de há minutos. Deslizei o meu corpo sobre o dele, descendo suavemente, até o seu sexo ficar entre os meus seios.

– Gostas de estar assim aconchegadinho?

– Sim… muito!

Eu sempre tivera os seios fartos e com as mãos apertei-os de forma a que aquele rolo ficasse envolvido por eles. Olhei para o Luís que nos observava deliciado.

– Olha… parece-me que o nosso amigo está a acordar! – referi ao sentir o sexo do Artur endurecer.

Movimentei o meu corpo para cima e para baixo de forma sincopada. Por vezes, quando descia, a cabeça do pénis tocava-me no queixo. Pensei em beijá-lo, mas resisti. Não tinha nenhum tipo de relutância em fazê-lo, antes pelo contrário, mas achava que era cedo. Aliás, eu própria tinha definido as regras e sabia que não podia perder o controlo da situação, pois era um jogo perigoso, e pedir a dois homens que fossem eles a controlar-se se eu me descontrolasse, era pedir o impossível! Por isso, neste jogo arriscado, eu própria estava decidida a testar a minha capacidade de resistência, por muito que me apetecesse provar o gosto daquela carne que me roçava a pele.
De vez em quando o Luís fazia uns comentários engraçados sobre o que se estava a passar e a sua vontade em ir ter connosco. Mas não me demoveu. Acabei por me ajoelhar entre as pernas do Artur agarrando-lhe o pénis com as duas mãos. Puxei-lhe a pele para baixo e observei-o. Deixei-me ficar uns minutos assim, a tocar-lhe com movimentos lentos enquanto o olhava e me deliciava com o que via. Era bonito, assim ereto não curvava para nenhum dos lados, ficava altivo como um mastro e fascinava-me ver como de vez em quando uma gota assomava à sua cabeça. O meu dedo passava por ela e espalhava-a pela carne vermelha do prepúcio, lubrificando-a.

Desde estes primeiros contactos que percebi o quanto gostava de prolongar o prazer, de o fazer pairar, de parar e retomar, para que o desfecho fosse o mais poderoso possível. Por isso brinquei com aquele rolo e, mais do que masturbá-lo, provoquei-o, acariciei-o, usei-o entre as mãos como um brinquedo. O meu brinquedo! E a determinada altura senti que esse brinquedo estava a atingir o seu limite de controlo. Nesse instante parei e larguei-o. Artur abriu os olhos:

– Então, não pares agora!…

Naquele momento era o sexo de Artur que latejava, como que numa agonia que pedia para ser terminada.

– Espera só um pouquinho!  – disse-lhe sem lhe tocar.

Levantei-me e dirigi-me a Luís. Sem lhe dizer nada acariciei-lhe o pénis durante uns segundos.

– Lindo menino, está a aguentar-se bem!

Voltei de imediato para junto do Artur, deixando o Luís ainda mais excitado com aquela fugaz carícia. Estavam os dois num estado de enorme tesão. Voltei de novo ao Artur. A minha mão pousou-lhe no joelho e começou a subir até mergulhar entre as suas coxas e agarrar as duas bolas. Brinquei um pouco com elas – percebendo que o que ele mais desejava naquele momento era que eu o fizesse gozar. Mas eu não tive pressas, fui-lhe tocando de forma lenta, atrasando o orgasmo durante uns minutos.

– Mais depressa!… – implorava ele ao sentir a minha mão movimentar-se sobre o seu sexo.

Os seus pedidos acabavam por ter um efeito contrário, pois ao ouvi-lo diminuía o ritmo, o que o deixava quase louco. Estava a agonizar de prazer, era uma tortura que eu percebia que acabava por lhe dar prazer, pois mantinha os seus níveis de excitação bem lá em cima, num patamar que roçava o orgasmo, mas não o desencadeava.

Não sei quanto tempo o meu jogo continuou, mas a determinada altura vi que todo o corpo dele se retesava, numa tensão claramente visível. A sua respiração era intensa e ele passava os lábios pela boca seca. Decidi-me então aliviá-lo e aumentei o ritmo da minha mão a deslizar sobre o seu sexo. Ele gemeu. As suas mãos cravaram-se no lençol da cama e, num espasmo que lhe impulsionou as ancas para cima, atingiu o orgasmo. Continuei a masturbá-lo até todos os jatos de sémen se terem esgotado, como que desejando espremer aquela fonte até à última gota.

É interessante ver um homem no seu pós-orgasmo. Os músculos tensos entram num relaxamento que lhes amolece o corpo antes agitado. O Artur tinha tido dois orgasmos em pouco tempo, isso sentia-se no rolo que a minha mão continuava a segurar e que, a pouco e pouco, perdia alguma da sua rigidez.

Olhei-o. O seu rosto era o de uma pessoa que tinha corrido a maratona.

– Bolas! Deixaste-me de rastos! – disse-me a sorrir.

– Não gostaste?
– Sim sim… gostei muito!…

– Estou aqui! – disse Luís. – Não se esqueceram de mim, certo?

Olhei para ele, continuava de pau duro, ansioso pelas minhas mãos.

– Olá priminho! E tu gostaste?

– Era melhor se estivesse no lugar dele! – disse. – Estou aqui num estado complicado!

– Então se calhar tenho de me dedicar a ti…

Ana Paula Jorge | Crónicas do Meu Outro Eu

Ana Paula Jorge | Escritora erótica (apjlivros@gmail.com)
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