Os psicólogos contratados e todos os professores em destacamento, beneficiários do regime de portadores de doenças graves vão poder, pela primeira vez, começar a trabalhar no início do próximo ano letivo, garante o Ministério da Educação.
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Lisboa, 11 ago (Lusa) --
A situação envolve 176 psicólogos e 1.673 professores do ensino básico e secundário com doenças consideradas graves ou que tenham a seu cargo familiares com o mesmo problema, segundo as declarações à agência Lusa do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida.
"É a primeira vez que a contratação de psicólogos se processa a tempo de iniciar o ano letivo", acrescentou.
O governante disse que o número destes profissionais é o mesmo do ano passado, e está de acordo com o que as direções regionais de Educação consideraram "adequado" para promover o sucesso escolar e prevenir o abandono da atividade letiva por parte dos alunos.
Trabalham ainda 400 psicólogos efetivos, nos cerca de mil agrupamentos escolares, e deverão ainda ser contratados cerca de 80, por escolas com contratos de autonomia.
Em relação aos professores que beneficiam do Destacamento por Condições Específicas, serão este ano também colocados a tempo de iniciarem o ano letivo nas escolas da sua preferência, de acordo com a legislação sobre a matéria.
A colocação antes do início das aulas ocorre pela primeira vez, salientou o secretário de Estado, recordando que, no ano passado, houve 435 professores que só viram a sua colocação decidida já no decorrer do primeiro período.
O Ministério da Educação e da Ciência aproveitou, entretanto, o processo de revisão da legislação de concurso para professores para dar prioridade à colocação daqueles docentes, ainda de acordo com Casanova de Almeida.
AMN
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